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Na última quarta-feira, 29/06, uma nova atualização do Facebook deixou o mercado de marketing digital bem assustado e confuso. Não faltaram artigos de veículos dos mais variados nichos com títulos do tipo “Este pode ser o último post nosso que você vai ver aqui” e coisas do gênero…

Foi (e ainda está sendo) a maior correria, porque muitas marcas e empresas andaram apostando todas as suas fichas na plataforma do Zuckerberg como único ou principal meio de conversar com prospects e fãs.

A nova regra é clara: serão priorizados conteúdos compartilhados por amigos e familiares, ou seja, o conteúdo das fanpages sofrerá diminuição, mais uma vez, no alcance orgânico.

O alcance orgânico é tudo aquilo que você vê na sua timeline que não tenha a palavrinha “patrocinado”. Na verdade, já faz algum tempo que o alcance gratuito das fanpages e grupos vem caindo sistematicamente. Em média, as postagens são exibidas para no máximo 2% dos fãs e agora vai cair mais ainda.

O Facebook diz que a intenção é diminuir a poluição de informações desnecessárias e SPAM, o que em parte é verdade, mas, por outro lado isso obriga as empresas a investirem mais dinheiro em publicidade na plataforma, para que consiga falar com seu público-alvo.

 

“E agora, José?”

Desde que surgiu, como um projeto de garotos de faculdade, o objetivo do Facebook sempre foi conectar as pessoas através da afinidade e interesses em comum.

O algoritmo da plataforma tenta cruzar as informações de curtidas e cliques anteriores para entregar novos conteúdos com os quais os usuários tenham alguma ligação emocional, algo que os faça se sentir bem e continuar o máximo de tempo possível vendo a nova foto da formatura da amiga, o vídeo do bebê dando gargalhada ou o perfil do(a) ex-namorado(a), pra descobrir se o status de relacionamento mudou.

O maior ativo do Facebook são as pessoas, só no Brasil são 92 milhões de perfis de todas as classes sociais. 8 em cada 10 brasileiros conectados à internet estão no Facebook. No mundo inteiro são 1,6 bilhão de usuários. Manter essa audiência dentro do seu ambiente é o que faz e vai fazer o Facebook continuar sendo o Facebook por mais algum tempo.

 

Vale a pena manter uma estratégia de marketing no Facebook agora?

Desde que as marcas descobriram o Facebook como meio de popularizar conteúdo e engajar fãs, houve uma espécie de “corrida do ouro” para a plataforma. A empresa que quisesse se envolver melhor com seu público-alvo, divulgar produtos e serviços e ser vista como “moderna” tinha que ter obrigatoriamente uma fanpage.

O alcance orgânico das postagens era incrível e possibilitava um ROI insuperável, se comparado às mídias tradicionais. Tudo que se postava viralizava, mas já faz tempo que não é mais assim.

Se a sua estratégia atual de marketing dentro do Facebook não considera investimento em mídia, então esqueça as milhares de curtidas e compartilhamentos que seus posts recebiam antes! É melhor tentar novos caminhos mesmo.

Por outro lado, como eu disse, o maior patrimônio e moeda de troca do Facebook são as pessoas. A grande vantagem de continuar investindo em mídia paga na plataforma é a possibilidade de hipersegmentar o público para quem seu anúncio será exibido. Nisso ele é imbatível.

 

Pra terminar, um conselho…

Procure diversificar seus veículos de comunicação. Não coloque todos os ovos no mesmo cesto. O Facebook é ótimo, mas não é o único.

Se você trabalha com Marketing de Conteúdo, por exemplo, a metodologia é basicamente omnichanel, tente retomar a conversa com seu público em novos canais. Quem sabe, não é a hora de voltar a usar o bom e velho e-mail marketing?

Pense fora da caixa um pouco!

 

Se você gostou do artigo ou ficou com alguma dúvida, deixe seu comentário aqui.

Até breve!

Como o novo algoritmo do Facebook afeta sua estratégia de marketing
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