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Aos poucos os e-books estão conquistando cada vez mais adeptos no Brasil. O crescimento na venda dos livros digitais no mercado nacional supera outros países como os Estados Unidos, segundo projeções da empresa de consultoria alemã Rüdiger Wischenbart.

Depois do primeiro ano com as principais empresas do segmento internacionais – Amazon, Apple, Google e Kobo – o faturamento total do segmento “trade” de e-books, isto é, livros não-didáticos, religiosos ou técnicos, subiu de 1,17% para 2,5%. A confirmação desses números, no entanto, deve ser divulgada em agosto pela RW.

Carlos Carrenho, responsável pelas informações sobre o mercado editorial brasileiro no relatório e CEO do site Publish News, vê bons horizontes para o segmento no país. “A estimativa é que a Amazon já ocupe 30% do mercado brasileiro, junto com a Apple, também com 30%. Google e Saraiva dividem a segunda posição com 15%, em seguida vem a Kobo com 5% e outros menores também com 5%”, explica Carrenho.

Os números não denotam que se lê mais no Brasil, no entanto. Uma explicação para este fenômeno é a alta nas vendas de tablets e smartphones no Brasil nos últimos meses. Em 2013, as vendas somaram 7,9 milhões de tablets e 35 milhões de smartphones, de acordo com a IDC.

Fatores como a entrada da Amazon no mercado de produtos físicos e a possível aprovação das modificações na Lei 10.753/2010, que inclui a proposta de isentar equipamentos cuja função primordial seja a leitura de textos em formato digital, devem favorecer o crescimento de e-books nos próximos anos.

 

Publicado originalmente no Canaltech

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