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Contar boas histórias é apenas uma das etapas do “negócio”.

O nosso mercado está cada vez mais competitivo, exigente e dinâmico, por isso, os profissionais precisam estar bem preparados e conhecer com detalhes o meio onde atuam e o seu público.

E no universo literário o perfil empreendedor e a gestão eficiente da carreira são muito recomendados para conseguir boas perspectivas nos negócios.

Sim, escrever é um negócio.

Um das visões equivocadas que os escritores têm é não vincular o seu trabalho ao conceito de profissionalismo. Em contrapartida, sempre reclamam da falta de vendas, de visibilidade do pouco reconhecimento.

Há uma inconsistência nisso, certo?

Todas as etapas do projeto livro precisam ser planejadas e desenvolvidas tal como em qualquer outra concepção: a criação de um software, de uma campanha publicitária, de uma trilha sonora, de uma animação etc.

Devemos trabalhar com tesão, paixão e satisfação, mas sem nunca nos esquecermos das estratégias e etapas, digamos, burocráticas.

Nós escritores não podemos mais nos trancar em nossos “templos sagrados de criação” e achar que apenas escrever basta.

Se por um lado temos mais chances de ver as nossas histórias publicadas, por outro tivemos um aumento tão grande na oferta de títulos que o conceito “gota no oceano” agora também se aplica perfeitamente aos livros.

 

Encontrabilidade

Não basta estar, é preciso ser encontrado, ser percebido.

Dentre milhares de ofertas na Amazon, Saraiva, Cultura, Kobo etc. como conquistar a venda do seu livro? Ainda mais compartilhando espaço com grandes players do mercado (editoras grandes, autores consagrados, campanhas com grande investimento financeiro).

Existe uma cadeia de ações e interações que devemos fazer a fim de solidificar a nossa marca e evoluir de forma positiva a percepção de valor dela.

Se vivemos em um mundo 3.0, hiperconectado, altamente voraz por novidades e no qual quase tudo já foi feito, precisamos nos destacar através da qualidade e da competência das nossas histórias e das histórias além das histórias, aquelas feitas nas redes sociais, nas palestras, em posts interessantes em blogs de referência e todas as ações que enriquecem o nosso trabalho.

E hoje, as pessoas, o nosso público não se contentam em somente ler: querem participar, interagir, criar fan arts, escrever suas histórias no nosso universo, enfim, também querem fazer parte do negócio e ter a nossa cumplicidade.

Uma amiga, a Karen Alvares, um dia me chamou de marqueteiro. E a ideia é essa mesmo: usar os nossos conhecimentos e habilidades em prol de uma comunicação instigante, relevante e interessante para os nossos leitores. E também conhecer e digerir o que eles têm para nos apresentar.

Pois tal como a água parada, uma carreira sem movimento estagna e apodrece. A dinâmica é essencial.

Algo a mais para nos preocuparmos? Sim.

Inevitável? Também.

Mas quem disse que iria ser fácil?

Hoje os degraus para alcançar o sucesso são muitos e a subida é íngreme, mas a satisfação de conquistar cada pequena vitória compensa tudo. E a vista quando chegamos ao topo com certeza é linda.

Vamos juntos nessa?

Até mais!

 

Publicado originalmente no blog do Eduardo Kasse

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