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Muitas pessoas pensam que simplesmente lendo livros elas se desenvolvem. Mas isto está longe de ser assim. A leitura sem sistema sobrecarrega o cérebro de informação, não lhe permitindo assimilar. Como é correto ler, ser beneficiado, se aperfeiçoar e desenvolver o intelecto?

 

Saber ler realmente influi fortemente sobre a reação do cérebro. Em primeiro lugar, torna mais complexa a organização da zona visual do córtex cerebral. Em segundo lugar, na pessoa que sabe ler, praticamente toda a rede de neurônios, que responde pela assimilação da linguagem oral no hemisfério esquerdo, é ativada também com a ajuda de texto impresso.

Mas acontece que a leitura tradicional tem falhas: falta de atenção e de programa flexível de leitura, quando todos os textos são lidos com a mesma lentidão, movimentos de retorno dos olhos para o que já foi lido, e, naturalmente, o “inimigo número 1? – falar para si o texto lido. Como resultado, a informação não é memorizada e escapa o sentido do que está escrito.

Diariamente o homem moderno tem de ler dezenas de páginas de textos – não apenas literatura de ficção, mas também informações no trabalho, imprensa, correspondência de trabalho e pessoal. Por isso a leitura correta, antes de mais nada, subentende a assimilação eficiente da informação. Diferentes técnicas de leitura dinâmica ensinam não apenas a ler rapidamente, como muitos pensam, partindo do nome, antes de mais nada a entender o conteúdo do texto e assimilá-lo com utilidade para si.

Para alcançar tal assimilação eficiente, é preciso treinar. Como? Lendo. Mas com certo método. Em primeiro lugar, fazendo exercícios sistemáticos de ampliação do campo de visão, eliminando a pronúncia das palavras, e aplicando o arranque da essência dos algoritmos da leitura. E não esquecendo que isto não é diversão, mas o caminho complexo de reestruturação do trabalho do cérebro.

Pode-se treinar tanto em textos ficcionais conhecidos (pela forma, pelo conteúdo, pelo autor) como em artigos informativos, de jornais ou científicos. O importante é o desejo de haurir várias idéias. Antes da leitura é necessário ter uma idéia de que informação você quer extrair do texto, tentar adivinhar o conteúdo da página. É muito importante a disposição, pois se você se prepara para notar a aspereza do texto, como resultado notará justamente ela. Mas se se prepara para obtenção de um fato, você o receberá.

O próximo passo importante é aprender a ler em silêncio, não pronunciando com a boca ou em pensamento o texto. Esta capacidade desvia a atenção e reduz consideravelmente a velocidade. Aqui é importante se controlar: se seus lábios se mexem – aperte com um palito de dente ou lápis. É mais difícil controlar a pronúncia em pensamento. Um dos métodos é ler e bater o ritmo com a mão, por exemplo.

A habilidade em se concentrar no problema é um dos componentes do trabalho intelectual bem-sucedido. Existe um exercício simples, que pode ajudar – é a leitura das palavras ao contrário, mas não em voz alta e sim em pensamento. Lendo a palavra de trás para frente é preciso inicialmente imaginá-la por letras e depois ler. Se nesse momento a consciência casualmente se distraiu com algo alheio, é preciso fazer o exercício novamente. Ao mesmo tempo é treinada também a atenção. Para não perder tempo em vão, pode-se realizar este jogo-exercício no transporte público.

Com frequência comparam o método de leitura dinâmica com o esporte, só que aqui se desenvolvem não os músculos mas o cérebro. Pesquisas provaram que os que dominam a leitura dinâmica têm mais velocidade dos processos nervosos, reflexos mais rápidos. Por isso não temam aprender a leitura dinâmica – isto é útil.

 

Publicado originalmente por Anna Fedorova na Voz da Rússia

 

 

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