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Há uma falsa sensação de segurança de se ficar na zona de conforto, se alimentando de idéias e modelos de negócios que funcionaram no passado, enterrando a cabeça e fazendo de tudo para não ver que o futuro está chegado e vai atropelar.

Ninguém sabe qual o melhor modelo de promoção e vendas para os produtos digitais simplesmente pelo fato de que não há histórico – estamos trabalhando no escuro. É tudo muito novo, recente e diferente. Por exemplo, para abrir uma livraria, estuda-se a viabilidade economica através de dados e simulações onde os cálculos e valores são conhecidos. Então chega-se a um índice matemático que pode ser comparado com valores de mercado para se tomar a decisão. Ou outro exemplo: para lançar um livro, escolhe-se uma capa ‘comercial’, envia exércitos de vendedores e representantes para as livrarias e similares para sentir o ‘mercado’, define-se uma tiragem e manda em consignação para as lojas. De acordo com estatísticas e simulações sabe-se com boa precisão quanto e onde vai vender.

Tudo isso muda com o digital.

As estatísticas, dados e cálculos são outros. A abrangência é global e anônima. Você não sabe se naquele IP tem 1, 2 ou 1000 pessoas ligadas, nem se quem está atrás da tela do computador é quem diz ser. Através de cadastros e comportamento de compra, podemos ter uma pálida idéia do nosso cliente. Mas comparar com o que?

 

Publicado originalmente por Mauro Widman no eBooks@Brasil

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