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Sem dúvida, ser publicado por uma grande editora, que imprima milhares de livros, invista em marketing, assessoria de imprensa e compre os concorridos espaços nas estantes das livrarias, além das pilhas de livros expostos no salão de vendas e vitrines é o sonho de consumo de muitos autores. Ainda mais se o escritor não precisar pagar por isto e, pelo contrário, receber algum dinheiro. Mas, sem querer desanimar ninguém, este é um espaço reservado para poucos autores. Principalmente se forem autores estreantes.

As grandes editoras, normalmente, investem apenas em escritores que já sejam sucesso de vendas ou que, pelo menos, sejam conhecidos o suficiente para promover os livros. Aqui o livro é encarado como um negócio, um investimento. E não estão erradas por pensarem assim. Afinal são empresas e empresas existem para dar lucro.

De qualquer forma vale a pena seguir 8 regrinhas básicas para tentar entrar neste seleto grupo se for mesmo o seu desejo.

  1. Antes de enviar o seu original, contrate um revisor para corrigir o seu texto. Mesmo que você seja muito bom no português, mande outra pessoa ler e revisar seu texto. Vai precisar, tenha certeza;
  2. Registre sua obra no escritório de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional antes de enviar o seu original para uma editora;
  3. Pense na possibilidade de contratar um agente literário. Esse tipo de profissional já conhece o “caminho das pedras” do mercado editorial, pode abrir muitas portas e ter informações importantes sobre as editoras que poderiam se interessar pelo seu livro;
  4. Pesquise e escolha editoras que tenham a ver com o tema do seu livro. Não envie um livro de ficção para editoras que publicam livros didáticos. É bom que se saiba se a linha editorial delas realmente combina com o seu livro;
  5. Cada editora possui uma metodologia própria de recebimento de originais, sejam eles por CD, pen drive, formulário de contato no site, e-mail, impresso, etc. Então, busque essas informações e se adeque para não ter sua obra descartada sem sequer ser avaliada;
  6. Carta de apresentação. Um ponto que quase todas as editoras exigem é, na carta de apresentação, mencionar os livros publicados pela editora que estão na mesma linha da sua obra. Não precisa ser super formal, mas seja educado; tente mostrar a razão pela qual seu livro pode ser publicado por aquela editora;
  7. Algumas editoras pedem exclusividade durante o período de avaliação da obra, então é bom estar atento à isso também;
  8. Ter paciência. As editoras podem levar de seis meses a um ano para dar uma resposta sobre o seu original. Algumas podem nem responder, mas não desanime.

 

Se tudo isso não der certo, tente publicar de forma semi independente. Se a questão é o investimento necessário, fique tranquilo! Hoje em dia já existem sites de crowdfunding específicos para livros.

Eles funcionam da seguinte forma: você faz um orçamento de quanto vai custar para publicar, imprimir uma determinada quantidade do seu livro e divulgá-lo. Feito isso, você se inscreve em um desses sites e promove uma espécie de “vaquinha” para publicar o seu livro, onde os patrocinadores poderão ser contemplados com livros, descontos ou promoções especiais quando o livro estiver pronto.

Outra opção é tentar enquadrar e inscrever a sua obra na Lei n° 8.313/1991 (Lei Rouanet, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura – Pronac).
Você pode obter informações no site do Ministério da Cultura: www.cultura.gov.br

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