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A verdade é que enquanto tentamos métodos, técnicas, drogas e mantras para brotar uma grande ideia – que floresça e dê bons frutos – elas nos rondam a todo tempo e por todos os lados. Abra um jornal, um portal de notícias, uma revista de fofocas e veja: tão rico de ideias quanto a cabeça de qualquer grande escritor.

Isso porque a origem das boas ideias está na percepção de quem as pensa.

Nelson Rodrigues é autor de um apanhado de textos reunidos em um livro chamado “Óbvio Ululante”. O termo rodriguiano se refere ao mais que óbvio, aquilo que está tanto na nossa frente que já não o vemos mais.

As melhores ideias nascem mais ou menos assim. Para enxergá-las é preciso de uma lente macro. As boas histórias estão sempre nos detalhes.

Logo, não há desculpa, jovem escritor. Se a sua praia são histórias policiais, ligue no Datena assim que chegar em casa. Se prefere as conspirações, se inspire na Veja. Se a ficção científica faz mais o seu estilo, leia a Scientific American.

Enquanto os nossos avós reclamam que no jornal só tem notícia ruim, nós sabemos que toda história precisa de um conflito. E afinal, se o sábio Vargas Llosa diz que dentro de toda ficção há uma grande verdade, qual é o universo ficcional melhor do que nosso próprio mundo real?

 

Publicado originalmente no Storytellers

As dicas de escrita de William Bonner
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