Como uma consultoria especializada em remuneração executiva passou a construir presença digital compatível com uma nova geração de buscas
Uma empresa pode ter décadas de experiência, profissionais altamente especializados, projetos relevantes e conhecimento que poucos concorrentes possuem.
Ainda assim, pode ser praticamente invisível para quem está procurando exatamente aquilo que ela sabe fazer.
Foi esse o problema que encontramos na Qore Consultoria.
A Qore já possuía autoridade real em um dos segmentos mais complexos do mercado de gestão de pessoas: remuneração.
A empresa atua em temas como remuneração executiva, estruturas de cargos e salários, remuneração variável de vendas, incentivos de curto e longo prazo, programas de partnership, benefícios pós-emprego, modelos de contratação e implementação de programas de remuneração.
Sob a liderança de Fernando Furtado, a Qore acumulava mais de 15 anos de experiência e centenas de projetos realizados para empresas de grande porte.
O problema não era falta de conhecimento.
Era falta de tradução dessa autoridade para o ambiente digital.
Foi nesse ponto que começou o trabalho da Publiki.
A missão não era simplesmente fazer a Qore “aparecer no Google”.
Era construir um ativo digital capaz de responder a uma mudança muito maior no comportamento de busca: pessoas não estão apenas pesquisando empresas. Cada vez mais, estão perguntando diretamente às inteligências artificiais quais empresas, especialistas e soluções deveriam considerar.
E isso muda completamente o jogo.
Neste artigo
ToggleO ponto de partida: uma empresa muito mais conhecida pelo que fazia do que pelo que a internet sabia sobre ela
Antes de pensar em palavras-chave, conteúdo ou inteligência artificial, havia uma questão estratégica.
A Qore tinha conhecimento.
Mas esse conhecimento estava suficientemente organizado para ser encontrado, compreendido e associado à marca por mecanismos de busca e sistemas generativos?
A resposta era não.
Esse é um problema particularmente comum em empresas B2B e consultorias especializadas.
O especialista conhece profundamente seu mercado. Seus clientes conhecem seu trabalho. Seus pares reconhecem sua experiência.
Mas a internet não recebe esse conhecimento automaticamente.
Para um buscador ou sistema de inteligência artificial, autoridade precisa deixar rastros.
É necessário que exista uma relação clara entre:
empresa + especialistas + temas + experiência + evidências + conteúdos + fontes externas.
No caso da Qore, havia uma quantidade significativa desses elementos, mas eles precisavam ser organizados em uma arquitetura digital mais clara.
O desafio, portanto, não era simplesmente produzir mais conteúdo.
Era transformar conhecimento especializado em autoridade digital estruturada.
O segundo desafio: SEO já não era suficiente
O projeto começou dentro de uma lógica tradicional de SEO, porque essa continua sendo uma camada fundamental da descoberta digital.
Mas havia uma mudança importante acontecendo.
Quando alguém pesquisava temas como remuneração variável, incentivos de longo prazo ou estrutura de cargos e salários, a disputa não acontecia mais somente pela posição nos resultados orgânicos.
As pessoas passaram a utilizar ferramentas como ChatGPT, Gemini e Perplexity para fazer perguntas completas, comparar alternativas e buscar recomendações. O próprio case publicado pela Qore registra que a empresa não aparecia de forma relevante nessas respostas antes do trabalho.
Isso criou uma segunda pergunta.
Não bastava perguntar:
“Como fazer a Qore aparecer quando alguém pesquisa por remuneração executiva?”
Precisávamos começar a perguntar:
“Como fazer a Qore ser reconhecida como uma referência quando alguém pergunta a uma IA sobre remuneração executiva?”
Essa diferença parece pequena.
Estratégicamente, ela é enorme.
SEO trabalha principalmente a descoberta e a relevância nos mecanismos de busca.
GEO, Generative Engine Optimization, amplia essa preocupação para mecanismos capazes de interpretar, sintetizar e gerar respostas a partir de múltiplas fontes.
E AEO, Answer Engine Optimization, acrescenta outra camada: estruturar informações de forma que sistemas orientados a respostas consigam identificar rapidamente conceitos, respostas, entidades e relações.
Foi por isso que o projeto da Qore passou a ser tratado pela Publiki como uma estratégia integrada de SEO + GEO + AEO.
A decisão estratégica da Publiki: não criar uma persona digital artificial para a Qore
Um erro comum em projetos de SEO e GEO é tentar transformar uma empresa em algo que ela não é.
Criar dezenas de textos genéricos.
Repetir palavras-chave.
Produzir artigos superficiais sobre todos os assuntos possíveis.
Publicar conteúdo escrito apenas para algoritmos.
Não era esse o caminho.
A Qore já possuía algo muito mais valioso.
Conhecimento proprietário.
Experiência prática.
Casos reais.
Opiniões técnicas.
E um especialista, Fernando Furtado, com experiência acumulada em projetos de remuneração.
Portanto, a estratégia da Publiki foi trabalhar sobre essa autoridade existente.
Em vez de fabricar autoridade, precisávamos digitalizar, organizar, ampliar e distribuir a autoridade que já existia.
Essa diferença orientou todo o projeto.
Etapa 1: construir a fundação técnica
Antes de tentar conquistar relevância semântica, era necessário garantir que o site tivesse uma estrutura adequada para ser descoberto e interpretado.
A Publiki trabalhou na fundação técnica do projeto, incluindo aspectos relacionados à performance, indexação, arquitetura de conteúdo e dados estruturados.
Essa etapa é frequentemente subestimada.
Existe uma tendência no mercado de tratar GEO como uma espécie de “hack para ChatGPT”.
Não é.
Se uma empresa possui conteúdo excelente, mas seu site é mal estruturado, difícil de rastrear, confuso semanticamente ou inconsistente em suas informações, existe um problema de infraestrutura antes mesmo de existir um problema de conteúdo.
Por isso, a lógica adotada foi:
primeiro tornar o conhecimento acessível; depois torná-lo compreensível; finalmente torná-lo relevante.
Etapa 2: transformar conhecimento técnico em conteúdo encontrável
A Qore já produzia conteúdos relevantes.
O trabalho da Publiki não consistiu simplesmente em aumentar a quantidade de artigos.
A questão era outra:
Como estruturar o conhecimento da Qore para que ele pudesse ser encontrado por pessoas e interpretado por máquinas?
Essa mudança alterou a forma de pensar os conteúdos.
Em vez de criar textos genéricos sobre RH, a estratégia foi concentrar a produção em territórios semânticos diretamente relacionados ao negócio.
Entre eles:
- Remuneração executiva
- Remuneração variável
- Incentivos de curto prazo
- Incentivos de longo prazo
- Estrutura de cargos e salários
- Partnership
- Benefícios
- Contratação
- Inteligência artificial aplicada a RH
O próprio blog da Qore passou a organizar esses conteúdos em categorias relacionadas ao seu campo de especialização.
Isso é importante porque autoridade temática não nasce apenas de um artigo excelente.
Ela nasce da repetição consistente de relações.
Quando uma marca aparece reiteradamente associada a determinado assunto, em diferentes conteúdos e contextos, torna-se mais fácil para mecanismos de busca e sistemas generativos compreenderem quem é aquela empresa e sobre o que ela realmente entende.
Etapa 3: conteúdo pensado para ser citado
Aqui está uma das principais diferenças entre simplesmente produzir conteúdo e trabalhar conteúdo para ambientes generativos.
Um artigo tradicional pode ser agradável de ler.
Um conteúdo preparado para ser utilizado como fonte precisa, além disso, ser facilmente interpretado e sintetizado.
Por isso, a Publiki trabalhou aspectos como:
- respostas mais diretas;
- estrutura hierárquica clara;
- perguntas e respostas objetivas;
- conceitos bem definidos;
- informações verificáveis;
- exemplos;
- critérios de comparação;
- contextualização;
- autoria;
- conexão entre conteúdos.
A lógica é simples.
Uma IA precisa conseguir identificar rapidamente:
Qual é a pergunta?
Qual é a resposta?
Quem está respondendo?
Por que essa pessoa ou empresa é relevante?
Existe evidência que sustente essa afirmação?
Quais outras fontes confirmam essa associação?
Quanto mais clara essa estrutura, maior a possibilidade de o conteúdo participar da construção de uma resposta generativa.
Etapa 4: transformar Fernando Furtado em uma entidade de autoridade, não apenas em um autor de artigos
Esse foi outro ponto importante do projeto.
Em uma consultoria especializada, a autoridade não está apenas na marca.
Ela também está nas pessoas.
Fernando Furtado não deveria aparecer apenas como “autor do post”.
Seu histórico profissional, sua experiência e sua especialização fazem parte da própria autoridade da Qore.
Isso muda a forma como pensamos conteúdo.
Um artigo sobre remuneração variável não é apenas um artigo da Qore.
É um conteúdo produzido por uma empresa especializada e associado a um profissional que possui experiência prática no assunto.
Essa combinação fortalece a compreensão da relação:
Fernando Furtado → Qore Consultoria → remuneração → experiência prática → conhecimento especializado.
Para sistemas que precisam determinar se uma fonte é relevante para determinada pergunta, essas relações são extremamente importantes.
Etapa 5: construir autoridade fora do próprio site
Outro ponto fundamental do projeto foi compreender que autoridade digital não pode depender exclusivamente do domínio da empresa.
Uma empresa pode afirmar em seu próprio site que é especialista.
Isso é uma declaração.
Quando terceiros também mencionam essa empresa como referência, temos evidência externa.
Essa diferença é especialmente relevante para GEO.
A Publiki passou, portanto, a trabalhar a presença editorial e as menções da Qore em ambientes relacionados ao universo de RH, remuneração e gestão empresarial. O objetivo era aumentar não apenas backlinks, mas a quantidade e a qualidade das associações semânticas existentes entre a marca e os temas nos quais ela deseja ser reconhecida.
Essa é uma mudança importante de mentalidade.
Durante anos, o mercado de SEO perguntou:
“Quantos backlinks conseguimos?”
No contexto de GEO, uma pergunta mais interessante é:
“Em quantos contextos relevantes a internet reconhece esta empresa como referência neste assunto?”
Link continua sendo importante.
Mas a marca também precisa existir fora do próprio domínio.
Etapa 6: monitorar a presença da marca nas IAs
Não existe GEO sério sem monitoramento.
O projeto passou a acompanhar a presença da Qore em ferramentas de inteligência artificial generativa e observar como a marca aparecia diante de diferentes perguntas relacionadas ao seu mercado.
Esse processo permite identificar uma diferença importante entre:
ser encontrado
e
ser recomendado.
Uma marca pode possuir excelente tráfego orgânico e ainda não aparecer quando alguém pergunta:
“Quais são as melhores consultorias de remuneração executiva?”
“Quem contratar para estruturar um plano de remuneração variável?”
“Quais empresas são especialistas em incentivos de longo prazo?”
“Quem é referência em remuneração executiva no Brasil?”
Essas perguntas possuem uma intenção comercial muito maior.
E são exatamente o tipo de pergunta que transforma uma IA em intermediária da decisão.
O resultado: da autoridade offline à autoridade digital
O resultado do projeto não foi simplesmente um aumento de tráfego.
A mudança mais importante foi estrutural.
Segundo o case publicado pela própria Qore, a empresa passou a observar ganhos em buscas orgânicas relacionadas a temas centrais do negócio, maior presença em respostas de ferramentas de IA generativa, crescimento do blog como ativo de autoridade e fortalecimento da percepção de autoridade técnica no ambiente digital.
Na prática, a empresa começou a aproximar duas coisas que historicamente estavam separadas:
a autoridade que a Qore já possuía no mercado
e
a autoridade que os mecanismos digitais conseguiam identificar.
Essa talvez seja a principal conquista do projeto.
Não criamos uma autoridade artificial.
Criamos condições para que uma autoridade existente pudesse ser encontrada, compreendida e reconhecida em novos ambientes de descoberta.
Alguns dos conteúdos que passaram a funcionar como ativos de autoridade
O blog da Qore reúne exemplos interessantes dessa estratégia.
Entre eles está o conteúdo sobre a chamada “PJtização” e seus potenciais impactos trabalhistas, um artigo sobre erros de remuneração variável que podem contribuir para a sabotagem de equipes comerciais e uma análise sobre a quantidade adequada de grades em uma tabela salarial.
São conteúdos diferentes, mas existe uma característica comum.
Eles partem de problemas reais.
E isso é importante para SEO e GEO.
Conteúdo de autoridade não precisa necessariamente falar sobre a empresa.
Ele precisa demonstrar que a empresa entende profundamente o problema que o potencial cliente está tentando resolver.
Essa é uma distinção estratégica.
O que aprendemos com o projeto Qore
O primeiro aprendizado é que SEO não deve ser tratado apenas como uma disputa por posições.
Uma boa estratégia de SEO constrói um patrimônio digital.
Cada conteúdo relevante, cada associação temática, cada página bem estruturada e cada menção externa contribui para aumentar a capacidade da marca de ser descoberta.
O segundo aprendizado é que GEO não começa na inteligência artificial.
Começa na clareza.
Uma IA precisa entender quem você é, o que você faz, para quem você faz e por que deveria considerar sua empresa relevante.
Se essas respostas não estão claras na web, nenhuma otimização superficial vai resolver.
O terceiro aprendizado é que autoridade não pode ficar confinada ao site institucional.
Uma empresa precisa construir uma presença distribuída.
Seu site é uma parte da história.
As fontes externas, especialistas, entrevistas, artigos, publicações, referências e outras manifestações da marca também ajudam a formar essa história.
O quarto aprendizado é que conteúdo especializado vale mais do que conteúdo volumoso.
A Qore não precisava competir produzindo milhares de artigos.
Precisava ocupar determinados territórios de conhecimento com profundidade suficiente para se tornar uma referência.
E o quinto aprendizado talvez seja o mais importante:
a próxima disputa não será apenas por quem aparece no Google. Será por quem entra na resposta quando alguém pergunta à IA o que fazer.
O que este case representa para a Publiki
O projeto Qore também representa uma evolução da própria atuação da Publiki.
A agência nasceu com forte atuação em lançamentos digitais, estratégia, tráfego, páginas, copywriting, automação e construção de operações digitais. Hoje, essa experiência é aplicada também à construção de ativos de autoridade e descoberta para empresas e especialistas.
A consultoria em SEO, GEO e AEO da Publiki parte justamente dessa visão.
Não se trata de abandonar o SEO tradicional.
Muito menos de acreditar que existe uma fórmula secreta para aparecer no ChatGPT.
O trabalho é construir a infraestrutura necessária para que uma empresa seja:
encontrada pelos buscadores,
compreendida pelos mecanismos,
reconhecida como autoridade,
mencionada por fontes relevantes,
e considerada nas respostas geradas por inteligência artificial.
Essa é a diferença entre simplesmente otimizar um site e construir presença digital para a próxima geração de buscas.
SEO trouxe a Qore para a disputa. GEO ampliou o campo de batalha.
Durante muito tempo, a pergunta era:
“Em qual posição minha empresa aparece no Google?”
Essa pergunta continua sendo importante.
Mas já não é suficiente.
A pergunta mais estratégica agora é:
“Quando um potencial cliente perguntar a uma inteligência artificial quem são as empresas que deveria considerar, minha marca estará entre as respostas?”
No projeto da Qore, o objetivo foi justamente construir essa ponte.
Uma ponte entre conhecimento e descoberta.
Entre autoridade real e autoridade digital.
Entre o Google e os mecanismos generativos.
Entre ser uma empresa competente e ser uma empresa que os sistemas digitais conseguem reconhecer como referência.
É esse movimento que está redefinindo o papel do SEO.
E é também por isso que, na Publiki, acreditamos que SEO, GEO e AEO não devem ser tratados como três projetos independentes.
Eles fazem parte de uma mesma disputa:
a disputa pela relevância da marca no momento em que uma pessoa decide em quem confiar.
Quer descobrir se sua empresa está preparada para essa nova disputa?
A Publiki desenvolveu uma análise gratuita de GEO que avalia se o seu site possui condições adequadas para ser compreendido, citado e recomendado por sistemas de inteligência artificial.
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Se sua empresa já possui autoridade, conhecimento e experiência, mas ainda não está conseguindo transformar isso em visibilidade digital, esse pode ser o momento de corrigir essa diferença antes que seus concorrentes façam isso primeiro.
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